
Responsabilidade dos Administradores no “Ano Laboratório”, que marca o início do cronograma de transição gradativa das novas regras da Reforma Tributária, envolve atenção e adaptação para mudanças do sistema fiscal, que busca simplificar e padronizar o pagamento de impostos.
Por isso, precisam ter maior controle em relação ao novo sistema de créditos, garantir governança e compliance, responder por dívidas tributárias em determinadas situações e focar em diligência para evitar a responsabilização solidária e garantir a segurança do patrimônio pessoal.
Diante das modificações gradativas para transição do novo sistema tributário, a responsabilidade dos administradores merece atenção redobrada, mesmo que 2026 seja marcado por ser um “ano laboratório”, dando início ao cronograma de adaptação, com foco preferencial em medidas preventivas para garantir compliance e sustentabilidade a longo prazo.
Logo, além de ser um comportamento esperado dentro da empresa, é importante prezar pela boa-fé também com o Fisco, sendo presumido tal comportamento por parte do contribuinte.
Uma das responsabilidades dos administradores em “ano laboratório” da Reforma Tributária é garantir o cumprimento das novas regras de tributação, reduzindo os riscos de fraudes e erros que podem levar a uma responsabilização pessoal.
Assim, também consegue evitar a solidariedade tributária, porque a Reforma Tributária aumenta os riscos de responsabilidade solidária, em que tanto a empresa quanto os gestores podem ser cobrados pela dívida identificada. Mas somente em casos em que há comprovação de que o administrador tem poderes de gestão suficientes para ser responsabilizado.
A revisão contratual também é outra responsabilidade dos administradores, embora precise de uma assessoria jurídica para garantir que aspectos legais não sejam impactados negativamente ou evitar possíveis problemas nesta área.
Com isso, é possível fazer os ajustes necessários nas cláusulas e avisar os envolvidos, prezando pela transparência, para preservar a relação enquanto realiza o reequilíbrio econômico-financeiro, uma medida fundamental devido à transição gradual do novo sistema.
Como a tomada de decisões estratégicas é baseada em governança e compliance, é importante se atentar às medidas necessárias para cumprir essas áreas dentro da empresa, revisando as ações praticadas até então e ajustando conforme necessidade.
É responsabilidade dos administradores verificar se a empresa está preparada para simulações, revisando contratos e processos internos da área de Tecnologia da Informação para garantir o cumprimento das novas regras.
Assim como é válido ter e manter o cuidado com clientes, usuários, parceiros e fornecedores, o que também acaba ao evitar a responsabilidade pessoal e/ou solidária.
Neste contexto, os administradores devem identificar os passivos fiscais com base nas novas regras para reduzir os riscos de possíveis consequências jurídicas. Além de evitar situações capazes de resultar na comprovação de dolo, excesso de poderes, fraude e descumprimento da Lei por falta de pagamento dos tributos ou mesmo dissolução irregular do negócio, por exemplo.
Ou seja, um atraso no pagamento de tributos sem que haja fraude ou dolo não significa necessariamente uma responsabilização automática, mas a retenção indevida, como acontece com imposto na fonte, pode resultar.
Também é responsabilidade dos administradores em “ano laboratório” verificar quais ferramentas tecnológicas podem ser úteis na transição para as novas regras da Reforma Tributária.
Por outro lado, precisam aumentar a fiscalização da automação e do cruzamento de dados para identificar facilmente as irregularidades, monitorando emissão de Nota Fiscal Eletrônica, por exemplo.
Diante das medidas que precisam ser tomadas em relação à Responsabilidade dos Administradores em “Ano Laboratório” e às demais providências que devem ser tomadas dentro do cronograma de transição da Reforma Tributária, contar com uma assessoria jurídica faz diferença, então, nos dê uma alô para que possamos oferecer as melhores soluções para você!