

Ativos Digitais e Patrimônio são uma forma de acabar Construindo Valor na Era Digital, porque, atualmente, os bens físicos não são a única opção quando o assunto envolve patrimônio, principalmente quando nos referimos ao ambiente digital.
Em outras palavras, devido ao avanço das tecnologias e da internet, os bens imateriais conquistaram seu espaço, permitindo que as pessoas tenham e acumulem ativos intangíveis ao longo da vida em formato unicamente virtual.
Para quem deseja construir valor na era digital como forma de garantir seu legado e sua segurança, uma boa opção é investir no acúmulo de ativos digitais ao longo da vida como patrimônio, que vai além de bens virtuais, como criptomoedas, NFTs, banco de dados, softwares, tokens, propriedades intelectuais, fotos, vídeos e áudios armazenados na nuvem ou dispositivos eletrônicos, contas online, e-mail, milhas aéreas e domínios de internet, por exemplo.
Logo, são representações eletrônicas de valor econômico mensurável ou direitos armazenáveis, transferíveis e comercializáveis exclusivamente em ambiente digital capazes de compor um patrimônio, que merece a devida segurança e planejamento.
Mas os ativos digitais somente podem ser um patrimônio, como uma maneira de construir valor, se a pessoa está devidamente amparada por uma equipe jurídica, porque é fundamental entender quais são os bens digitais, onde estão e a forma de acessar, além de proporcionar a devida segurança e o acesso apenas para as pessoas desejadas ao chegar o momento.
Se este for o caso, é válido levar em consideração a sucessão patrimonial, em que há possibilidade ou permissão da transmissão do patrimônio por meio de acesso dos herdeiros, levando em consideração os regulamentos vigentes e adaptados para a necessidade em questão.
Para que alguém acabe construindo valor na era digital deve ter em mente a importância dos aspectos jurídicos para proteger, gerar e providenciar a sucessão, o que tende a incluir regulamentos e tributação, por exemplo.
E uma das providências tende a envolver compliance digital, uma vez que os ativos digitais funcionam com base em sistemas de registro distribuído, responsável por proporcionar autenticidade, segurança e rastreabilidade em caso de transações.
Outra medida é fazer um planejamento tributário, seja nacional ou internacional, a depender do país em que tem investimentos, que permite a redução de riscos e eficácia ao lidar com a tributação.
Do mesmo modo que a equipe jurídica pode recomendar a adoção de cibersegurança adequada, com políticas focadas em autenticação multifatorial, gestão de acesso, armazenamento apropriado, backups, criptografía, monitoramento contínuo, testes de vulnerabilidade e planos de contingência, por exemplo.
Sem contar a possibilidade de recomendar a integração de gestão de riscos (financeiros, jurídicos e tecnológicos) para ter maior controle tributário, de governança e herança, o que acaba minimizando a vulnerabilidade e permitindo uso ou transferência segura e dentro da legalidade jurídica. E ainda acompanhar as alterações na legislação vigente que podem acontecer com o passar do tempo e faz com que os tributos sejam revistos e as adequações providenciadas para continuar cumprindo as regras, leis e os regulamentos vigentes.
Diante desta possibilidade e sabendo da importância dos Ativos Digitais e do Patrimônio, uma forma de acabar Construindo Valor na Era Digital, dê um alô caso ainda tenha dúvidas sobre o assunto ou queira a nossa ajuda para seguirmos nesta jornada!