

Estratégias para Proteger Ativos Contra Crises Econômicas dentro dos limites legais podem variar de acordo com diversos fatores, mas, de um modo geral, existem algumas que costumam ser indicadas com maior frequência devido a sua eficácia diante de cenários cercados de instabilidade.
Uma vez ciente de que ativos são todos os bens e direitos que têm valor econômico capazes de serem convertidos em dinheiro para gerar receita ou benefícios futuros de uma empresa, vamos destacar as principais estratégias para protegê-los contra crises econômicas, permitindo estabilidade para enfrentar este período.
Sendo assim, para reduzir os possíveis prejuízos financeiros e operacionais, que normalmente surgem por causa de tarifas e aplicação de sanções, pode receber a recomendação da assessoria jurídica de sua confiança para tomar algumas medidas estratégicas, inclusive, que vão além dos aspectos jurídicos.
Uma das estratégias para proteger ativos contra crises econômicas é priorizar a comunicação transparente, seja com clientes ou consumidores, investidores, fornecedores, parceiros ou colaboradores.
Assim, tem a chance de acalmá-los e alinhar as expectativas de forma embasada, explicando a situação, as soluções cabíveis e o que se espera de cada um para que consigam superar o momento.
O fortalecimento do trabalho em equipe é fundamental para que consigam estudar o cenário detalhadamente, analisar as melhores soluções, testar e aplicar, monitorando os resultados para que possam ser úteis.
Além de ser uma maneira de trabalhar com recursos de acordo com a necessidade, realocando sempre que possível, antecipando demandas e protegendo contra possíveis faltas futuras.
Seja um estudo de tributos ou materiais, esta medida é importante para entender o impacto tarifário de acordo com cada produto, permitindo traçar qual é a melhor solução, seja uma redução na quantidade ou troca de fornecedores, por exemplo.
Os acertos e erros tendem a facilitar o entendimento do que pode ser benéfico ou não para você, permitindo que consiga optar por novas parcerias, agir de forma antecipada ou encerrar acordos que podem estar gerando mais prejuízos.
Trabalhar com parceiros vantajosos e trocar de espaço para que a logística de distribuição tenha uma redução de custos ou tempo podem ser outra estratégia para proteger ativos contra crises econômicas.
Análise de margens, estoques, demandas, prazos de transações e fluxo de caixa tende a ser determinante para ter a chance de projetar o possível impacto de crises econômicas em seus ativos, fazendo com que reduza os preços para acabar com a quantidade, antecipe negociações, priorize o atendimento dos clientes, estude cautelosamente os investimentos, (re)negocie dívidas ou segure qualquer movimento para conseguir acordos mais vantajosos, por exemplo.
Do mesmo modo que permite ter um olhar mais estratégico para os melhores momentos de investir em locação de ambiente físico, expansão no mercado, móveis, equipamentos, ferramentas, aparelhos eletrônicos e equipes.
Outra recomendação para os responsáveis de empresa para conseguirem proteger os ativos contra crises econômicas é a de diversificar as receitas ou os investimentos, o que acaba diminuindo os riscos de apostar em apenas uma fonte.
Revisar a estrutura jurídica da empresa é outra opção, em que destacam-se a criação de holdings (geralmente empresas criadas para gestão patrimonial) e fusão (junção de empresas para, neste caso, proteger os ativos).
A possibilidade de solicitar recuperação judicial surge após a confirmação de preenchimento dos requisitos para enfrentar a crise econômico-financeira enquanto mantém suas atividades, permitindo a renegociação de dívidas e, consequentemente, evitando sua falência.
Então, seja por meio de um instrumento jurídico ou demais Estratégias para Proteger Ativos Contra Crises Econômicas, como as citadas até aqui, contar com uma assessoria jurídica é um diferencial, porque está apta a analisar documentação e cenário, e entender as reais opções diante de cada caso, então, nos dê um alô para que possamos estudar suas melhores opções!